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Privacidade online é um dos maiores desafios para 2014, diz ESET

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Outras tendências que virão com força no próximo ano é a evolução do cibercrime e a diversificação de malwares em outros dispositivos.

Uma pesquisa realizada pela ESET e divulgada nessa segunda-feira (25) mostra a crescente preocupação dos usuários com relação à falta de privacidade na Internet – preocupação essa que marcará o ano de 2014.
 
O relatório "Tendências em Segurança da Informação 2014" destaca que a massificação da utilização da nuvem – tanto por empresas, quanto usuários finais – levou a essa insegurança. Principalmente depois do episódio de espionagem pela NSA.
 
A partir da massificação da Internet a questão da privacidade da informação começou a adquirir maior importância para a comunidade em geral e não apenas para especialistas na área de segurança da computação das empresas  
 
Uma pesquisa feita pela ComRes descobriu que de um total de 10.354 entrevistados que vivem em nove países diferentes (Brasil, Reino Unido, Alemanha, França, Espanha, Índia, Japão, Coréia do Sul e Austrália), 79% disseram estar preocupados com a sua privacidade online.
 
"A falta de educação online e consciência ainda é um grande obstáculo ao falar de proteção adequada as informações do usuário e privacidade na Internet. É a pessoa que decide quais as informações a publicar e o que não, portanto, também cabe a ela aumentar ou diminuir o nível de sua privacidade na Internet", disse Raphael Labaca Castro, Coordenador de Awareness & Research da ESET América Latina.
 
Cibercrime
 
Outras tendências que virão com força no próximo ano é a evolução do cibercrime e a diversificação de malwares em outros dispositivos.
 
A pesquisa realizada pela equipe da ESET América Latina também mostra que as ameaças como malware continuam a ser uma das principais causas de roubo e perda de privacidade.
 
A quantidade de detecções, famílias e variantes para detectar códigos maliciosos desenvolvidos para sistema móvel Android continuam a crescer rapidamente. Este aumento se deve principalmente à rápida evolução tecnológica que sofreram os dispositivos móveis e a quantidade de informações que é possível armazenar e processar.
 
Também tem sido observada a evolução técnica de certos tipos de códigos maliciosos. A primeira categoria diz respeito às ameaças concebidas para formar botnets, isto é, as redes de computadores comprometidos (zumbis) que são manipulados por um invasor. Em segundo lugar, o malware projetado para plataformas de 64 bits, que também se tornou mais complexa nos últimos tempos. Finalmente, deve ser destacado o formato de extorsão usando malware (ransomware) como um método de obtenção de ganho financeiro tornou-se cada vez mais comum na América Latina, deixando de ser uma técnica que é aplicada quase exclusivamente em países como a Rússia e os Estados Unidos.
 
A evolução da tecnologia também tem mostrado a diversificação de dispositivos "não-tradicionais" usando o sistema operacional Android. Ao longo destas linhas, produtos como as Smart TV, carros, tudo relacionado a casas inteligentes (sistemas de iluminação inteligentes, geladeiras, câmeras IP), consoles de videogame, entre outros, já estão disponíveis em alguns países. Enquanto na América Latina e em outras regiões este tipo de tecnologia não está massificada, é provável que as ameaças apareçam no futuro nesses países. Esta probabilidade aumenta quando se considera que o sistema operacional destes dispositivos é Android, algo que, tecnicamente, facilita o desenvolvimento de códigos maliciosos e outras ameaças.
 
Fonte: ComputerWorld

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