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Nivel de maturidade em TIC de empresas do País é abaixo, diz estudo

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Constatação é da pesquisa Brazil IT Snapshot 2014 que avaliou a área de TI corporativa de 211 empresas no País. Levantamento foi realizado pela realizado por PromonLogicalis e Intel.

As companhias que atuam no Brasil possuem nível de maturidade na aplicação de recursos de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) abaixo do desejado. Esta é uma das constatações do estudo Brazil IT Snapshot 2014.

Em sua segunda edição, o levantamento, realizado em conjunto pela PromonLogicalis e pela Intel, ouviu 211 empresas com faturamento acima de R$ 100 milhões, em todo o Brasil, para mapear o estágio de maturidade das grandes empresas brasileiras em relação à gestão dos recursos de TIC.

De acordo com a análise, existe uma forte determinação das companhias em elevar esse patamar de maturidade. Isso porque os gestores entrevistados almejam um modelo ideal de adoção da TIC e, mais do que isso, planejam ampliar os investimentos nesse sentido a cada ano.

Este ano, o aumento apontado pelos executivos é 14% superior ao indicado em 2013: das empresas ouvidas, 49% devem aplicar mais recursos do que no ano passado, especialmente nos setores de comércio e serviços.

"Apesar de estarem ainda aquém do grau de maturidade considerado necessário por seus gestores de TIC, esses são os setores para os quais a percepção da área de TIC é mais estratégica para os negócios", diz o CIO e diretor de consultoria da PromonLogicalis, Luís Minoru Shibata.

Para Fábio Iunis de Paula, diretor de negócios para o mercado corporativo da Intel Brasil, é possível constatar o papel cada vez mais importante das soluções de TIC nas estratégias de negócios das grandes corporações.

"O grande desafio apontado pelos gestores não é entender a tecnologia, mas contar com mão de obra qualificada para consolidar uma nova cultura que, visando obter o melhor retorno sobre os investimentos, promova o uso intensivo de ferramentas de TI,” comentou o executivo.

Entre os principais benefícios das TIC, de acordo com o estudo, estão o ganho de produtividade e agilidade, o suporte à tomada de decisão, a redução de custos e a eficiência operacional.

Em relação à edição 2013 do estudo, houve uma mudança substancial no perfil dos investimentos. Em 2014, os itens de segurança (25%) e redes (20%) lideram como prioridades, enquanto data centers e aplicações/software, que no ano passado alcançavam níveis acima de 40%, este ano aparecem na terceira posição (19%).

Os dados do estudo mostram que 61% das empresas compartilham com outros departamentos a decisão sobre investimentos em TIC. Em 2013, havia um equilíbrio maior. A decisão de compra centralizada na área de TI – apontada por 49% dos entrevistados no ano passado – caiu para 39% em 2014.

Para chegar a essas conclusões, o estudo tomou por base a forma como as empresas se relacionam com quatro temas de grande relevância para a gestão da TIC corporativa brasileira: mobilidade, computação em nuvem, segurança da informação e continuidade de negócios.

Fonte: ComputerWorld

 

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